segunda-feira, 29 de junho de 2009

belém, 23/03/09, segunda 3ª Aula

Nem Freud explica.

depois de uma semana para trabalhar a historia do amigo Enoque, eis que chega a segunda-feira, e ela tem de ser representada com os nossos acréscimos e adaptações.

transformei a historia em um problema psicológico sem compromisso com a original , tanto que tirei as personagens família, pai, mãe presentes na primeira versão em contra partida acrescentei um psicanalista que que indaga a mente.

já na segunda parte e a mente que responde, daí eu apresentar de costa uma vez que a mente não se vê. o personagem esta perturbado e se sente culpado por ter matado o seu peixe do qual gostava muito, mas será se ele matou mesmo o seu peixe? essa e a questão!.

o desfecho, caio da cadeira derrubo a garrafa com água que esta do meu lado, fico no chão pedindo para o peixe não morrer.

acabou, me levanto percebo os meus colegas todos com cara de Hã. todo bem experimentei, confesso que a minha historia ficou meio confusa. enfim pude então observar as outras apresentações com menos adrenalina e nervosismo que antes. um intervalo e uma nova proposta de trabalho: primeiro Wlad separa metade da turma não sei com que critério, eu claro fico de fora.

segundo: os demais ira ao encontro desses para formarem par. excerto: *Aninha, Allison, Aline e Regiane. eu me posicionei diante da Ivanilde (melhor escolha de dupla se comparado com a anterior).

o trabalho consiste em o primeiro grupo irá dirigir cênicamente o segundo grupo. os demais entende-se os quatros* irão compor um coro e confeccionar um tapete, e mais como na próxima segunda-feira não haverá aula por motivos de força maio a sugestão é visitar a casa da companheira de trabalho.



Belém, 16/03/09, segunda 2ª Aula
histórias que a vida conta.
hoje a Wlad pediu que contássemos uma historia de nossas vidas e envolvesse o maior número possível de pessoas da nossa família.
pois bem eu contei um epsodio da copa do mundo em que excepcionalmente minha mãe e minha jaz tia se excederam na bebida e rendeu uma fábula.
A principio não sabia que historia contar, veio uma seleção na minha cabeça em seguida uma filtragem. que historia contar? não posso despir minha alma logo de cara tenho que manter um certo mistério, depois de ouvir algumas cronicas alheias, umas que você diz é possível outras que se pensa a vida não é tão tosca; cabendo aqui um chavão:quem conta um conto acrescenta ou diminui um ponto, tudo vale.
tive a impressão de que coube também na aula uma "sessão de analise"onde através das historias dávamos fuga para o inconsciente, memória emotiva, tristezas, traumas, quem sabe.por vezes o ouvinte tentava fazer um link da historia com o narrador.
finalmente o ultimo se calou, todos já falaram, agora é que começa o trabalho. Wlad propôs que escolhesse-mos um colega com o qual identificasse-mos para teatralizar a historia em questão, fui na direção do Enoque (agora entendo sua expressão de decepção que ele vez quando foi escolhido por mim, uma vez que ele queria ter escolhido uma outra pessoa, fonte:diário de bordo dele mesmo).
desencanto á parte tomei o roteiro daquele menino com problemas com animais de estimação para adaptar ao meu bel prazer.
"a sorte esta lançada".












quinta-feira, 25 de junho de 2009

1ª Aula


semana do calouro

A primeira imprensão é a que fica!

"Me desculpa mas agora vocês são pessoas do teatro"

OPA! eis a primeira das muitas máximas da Wlad que me chamou atenção.

Então percebo aquela pessoa que povoa o imaginário teatral Paraense.semana do calouro, quem são essas pessoas com quem eu vou conviver a partir de agora, todos me parecem estranhos até então...